sexta-feira, 20 de julho de 2012

Fim do mistério do amor de balada



O vídeo "Perdi Meu Amor na Balada" é um viral da Nokia...


Estou meio atrasada com este post, mas acho que este assunto ainda merece algumas considerações. Bom, o mistério está desfeito. O vídeo é , de fato, um viral da Nokia. É tudo bem menos mágico agora, claro, mas não dá para dizer que não foi envolvente porque até os que olharam tudo logo de cara com grande ceticismo perderam alguns preciosos momentos das suas vidas para comentar o caso, seja nas redes sociais, seja nas conversas de almoço. Alguém na minha timeline escreveu que o case "Perdi meu Amor na Balada" dizia mais sobre as pessoas do que da marca que o produziu. E eu acho que é por aí mesmo: é uma história que toca as pessoas pelos motivos que falei aqui e as marcas que decidem investir em conteúdo estão se dando conta do poder de criar narrativas envolventes.

Tem um livro que está na minha wish list e espero poder em breve resenhá-lo por aqui porque eu acho que ele toca justamente neste ponto. É o "Marketing 3.0 - As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano", do Philip Kotler. Em alguns textos que andei lendo por aí, como nesta matéria da Exame, ele diz que estabelecer "casos de amor" com os clientes permite a cocriação de campanhas publicitárias. Na minha opinião foi mais ou menos isso que aconteceu. É verdade que no final das contas, a inserção da marca e do produto não tenha feito tanta diferença. O rebuliço inicial foi muito maior do que qualquer coisa que viesse depois. Podia perfeitamente ser um viral da Casa 92 ou do site Segunda Chance, mas foi a Nokia que teve a grande sacada e botou a história do Daniel e da Fernanda na boca do povo. Ponto pra ela.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Canais de distribuição

O post de hoje é uma dica para quem gosta e para quem quer conhecer melhor o universo do custom content. Neste endereço aqui você pode baixar o Playbook do Content Marketing Institute. Lá estão listados 42 canais de distribuição de conteúdo. Profissionais de marketing foram entrevistados e escolheram suas cinco principais estratégias. Desta forma, os canais de distribuição aparecem como em um ranking, do mais ao menos usado. No top ten estão, nesta ordem: blog, enewsletter, white paper, artigo, ebook, estudo de caso, testemoniais, Twitter e webinar.

Todos os canais de distribuição listados no playbook vêm com uma breve descrição, três pontos-chaves, um exemplo de aplicação e um comentário de Joe Pulizzi ou Jonathan Kranz, dois especialistas no assunto.

É, obviamente só uma listagem com alguns pontos importantes sobre as possíveis mídias a serem utilizadas porque, como tenho lido por aí, é sempre a estratégia de conteúdo que define a estratégia dos canais e para a criatividade não há limites, senão o songbook de folhas de seda sobre o qual falei por aqui nunca levaria ouro em Cannes.
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